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Você tem um bom emprego ou um bom trabalho?

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Nos últimos dias, as redes sociais bombaram com publicações que marcavam o fim e o recomeço. Será mesmo que após a contagem regressiva e a queima de fogos que marcaram a chegada de 2017, tudo mudou? Ou pelo menos você está fazendo alguma coisa para que mude? Ou será que está satisfeito e não quer mudar nada? O começo de um novo ano pode ser um bom momento para refletir o que você vem fazendo, se te traz dinheiro, te ocupa e te dá prazer. Às vezes, pode ser que você tenha um bom emprego, mas o quanto ele significa um bom trabalho, a sua diversão? Há poucos dias, um amigo escreveu um texto sobre esse "final" que não é exatamente o final e um dos trechos fala exatamente sobre essa mudança que todos buscam no ano novo: "Olhe em sua volta! Toda a Natureza está em movimento. É um bom exemplo... mas se você tiver que imitá-la esqueça da batata, da cenoura ou da mandioca. Elas vivem grudadas no chão. Procure imitar o vento, as nuvens e os pássaros. O vento sopra em todas...

Quem disse que corrida não termina em casamento?

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Laina Saurin é gaúcha. André Ribeiro, baiano e morador do Rio de Janeiro desde criança. A distância que parecia grande entre eles foi reduzida pelo esporte. E como todo bom final de novela, ou melhor, o começo de uma nova história, eles correram e chegaram ao altar. Como tudo começou Há dois anos, Laina e André passaram a se comunicar pelo Facebook. O frio do inverno gaúcho, descrito em um post de Laina deu início a uma conversa que não parou mais. Foi preciso pouco tempo para que os dois trocassem ideias não apenas sobre esportes, mas principalmente a respeito da vida. De lá pra cá, foram várias provas de corrida, bicicleta e natação isoladas até se conhecerem pessoalmente há um ano. O primeiro encontro do casal aconteceu nos 21kms da Maratona de Porto Alegre, no ano passado. Em 2012, eles decidiram, não apenas completar a prova, mas também escrever uma nova história. Eles correram 42 kms para dizerem sim um ao outro em uma cerimônia pra lá de diferente. “Eu brincava com...

Atleta do bem!

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Se para quem corre, cada novo quilômetro percorrido representa uma conquista, imagine o significado que ele tem para quem o dedica a pessoas que nem conhece? Assim, são as passadas diárias do ultramaratonista Márcio Villar. Ele começou a correr há oito anos com o objetivo de perder peso. Há quatro anos, vem realizando um belíssimo trabalho por meio do esporte e não poderia deixar de ganhar destaque aqui no Gente de Hoje . Em 2009,  USA. O ultramaratonista foi o primeiro brasileiro a completar os 217 kms da prova Arrowhead Ultramarathon. Depois de acompanhar a batalha da mãe dele contra o câncer, Márcio decidiu homenagear o Instituto Nacional de Câncer – INCA pelo apoio ao tratamento. Em agradecimento, ele percorreu 200 quilômetros do Rio de Janeiro a Búzios. "Minha mãe foi curada pelo INCA. A corrida foi a maneira que encontrei de retribuir o que fizeram por ela", lembra o atleta. A iniciativa deu tão certo que, de lá pra cá, ele realizou diversos desafios...

Brincar é tudo de bom. Sempre!

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Nos dias 25 e 26 de maio, será realizada, em São Paulo, mais uma edição do workshop “A descoberta do brincar e contar histórias na saúde mental”. Nós já divulgamos aqui no Gente de Hoje , a importância da leitura no tratamento de doenças e o bonito trabalho realizado pela Associação Viva e Deixe Viver. Mais uma vez, voltamos ao tema para, junto com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e a Associação para incentivar a prática de atividades lúdicas no tratamento de pacientes com doenças mentais. "As histórias, assim como o brincar, por serem um instrumento lúdico e transicional, permitem ao sujeito, criança ou adulto, encontrar um sentido para suas experiências e, assim, integrar partes do si – mesmo”, conta, a psquiatra Marisol Sendin, do Instituto de Psquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas. Há seis anos, o IPq e o Viva desenvolvem uma pesquisa sobre “O Brincar como Atividade Terapêutica nos Tratamentos Psiquiátricos de Crianças e Adolescentes”...

Vem chegando o Dia das Mães...

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Colo de vez em quando, comida quentinha, uma caneca de leite quente na hora de dormir. Quem é a única pessoa no mundo a fazer tudo isso por você sem reclamar? E na hora da dor, por quem você chama? Mesmo que você diga “mãe é tudo igual, só muda o endereço”, duvido que você não sinta falta desse carinho de vem em quando. Ter mãe é uma delícia. Ser mãe...melhor ainda! Principalmente se o seu filho te faz uma declaração de amor pública em um dos maiores jornais do país. O Felipe, meu filho, foi convidado pela jornalista Márcia Moreno para participar do suplemento de Dia das Mães, divulgado hoje, no Estadão. O suplemento traz a história de diversas mulheres que são mães. Elas trabalham fora, são casadas, solteiras, com um ou mais filhos e cada uma com um perfil diferente. Eu, claro, fui colocada no perfil das esportistas. Mas, a Márcia Moreno (foto) esqueceu de colocar na matéria um detalhe importante: que ela é mãe coruja do Caleu, de nove anos e trabalha como jornalista. Ao perg...

Americano fica famoso em prova de rua

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Quem participa de provas de corrida de rua, já deve estar acostumado com a quantidade de cliques a que somos submetidos. Tanto que isso faz com que muitas mulheres caprichem no visual antes de sair de casa, mesmo que seja às seis horas da manhã. Depois da tal "Luiza" que virou notícia em todo o país, agora um americano virou “personalidade instantânea” em todo o mundo. Zeddie Little, de 25 anos, participava da Mount Pleasant, uma prova de 10 kms, na Carolina do Sul, quando foi fotografado. O autor do clique, o fotógrafo Will King, jogou a imagem na internet com o nome de "Ridiculously Photogenic Guy", ou cara ridiculamente fotogênico. O título fez com que a imagem fosse acessada mais de 59 milhões de vezes e ganhasse repercussão no Facebook. Além disso, o “bonitão” ganhou 35 mil seguidores no Twitter. Com certeza o desempenho do americano na prova nem foi levado em conta. E, se os fotógrafos passarem a atacar de publicitários lançando títulos ousados nas imag...

Na corrida, se você quer, você pode!

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Essa história tem circulado pelas redes sociais nos últimos dias e, apesar de não ser novidade, vale o registro aqui no Gente de Hoje . Você já ouviu falar de Kathrine Switzer? Ela já correu 35 maratonas e é considerada a sexta melhor maratonista do mundo. Mas, o que torna a história dessa americana especial, é o fato de ela ter sido a primeira mulher a correr a Maratona de Boston, exclusiva para homens, em 1967. Ela se inscreveu como KV Switzer e ninguém desconfiou que tratava-se de uma mulher. Ao lado do namorado, ela quase foi impedida de finalizar a prova quando um dos juízes partiu “literalmente” para cima dela (veja imagem). Para que cumprisse o desafio, os outros corredores a protegeram e Katrine finalizou a prova em 4 horas e 20 minutos. Desde então, a corredora não parou mais. Porém ela só conseguiu correr como Katrine cinco anos depois quando a prova foi aberta também às mulheres. Sexo frágil? Vai nessa. Assista ao depoimento que mudou a vida da maratonista.  ...